SUA IDÉIA RIFADA EM UM PROJETO DE MARKETING
Qual o valor de uma idéia? Quanto deve suar para tê-la de forma estruturada? Qual o estímulo ou premiação deve ser oferecido para pessoas ou empresas solucionarem problemas nobres?
É engraçado, mas brincadeiras ridículas de palavras cruzadas na televisão pagam mais por elas. As vezes até simples encartes que recortamos em uma revista….
A Pepsi, lançou um “super concurso” para jovens. O desafio consiste em encontrar formas mais eficientes para a economia de água – ASSUNTO SUPER SÉRIO. Uma delas deve ser apresentada como roteiro de games ( diga-se mercado milionário e em ascensão) e a outra deve ser soluções para novos formatos de fornecimento de água potável para populações carentes. Tudo isso por módicos R$5.000,00!!!!!!!!!!!!!! Heheheheheheh,salvamos o planeta!!!!!
Será que esse tipo de assunto não tem atratividade real para a empresa destinar grandes prêmios e assim mobilizar diversos perfis de pessoas? Será que as pessoas envolvidas poderiam realmente ter seu devido valor respeitado? Será que pessoas gabaritas para tal desafio participariam da projetos como esse?
Tenho certeza que não. Então fica a pergunta: Para que fazer? Mero marketing…
Mas o que menos me conformo é que o infeliz que criou essa proposta deve ter o salário pelo menos 3x maior…. é muita cara de pau!
Abraços
Léo Sem comentários »
OPORTUNIDADES DE INOVAÇÃO NA CRISE ATUAL

Na mentalidade de um designer que se prepara para criar e implementar uma nova proposta de valor é fundamental buscar informações que vão do micro ao macro e do específico ao geral. Na verdade, essas pesquisas antecedem a solicitação de projeto por um cliente. Temos que constantemente nos informar sobre as tendências mundiais em diversas áreas e, na medida do possível, participar delas. A realidade para nós é holística, dinâmica e sistêmica.
Este artigo escrito por Ignacy Sachs, Carlos Lopes e Ladislau Dowbor, coordenadores da iniciativa Crises e Oportunidades, ajuda a compreender as tendências mundiais e dá uma visão mais ampla e sistemática dos principais desafios que temos pela frente: o equilíbrio ambiental, a redução da desigualdade, a inclusão produtiva e a mudança do perfil dos processos produtivos em função das prioridades reais.
Abs,
Cândido Azeredo.
PODE-SE INOVAR TENDO O PASSADO COMO MODELO?
Nesse fim de semana visitei em Piracaia o projeto Waru, ainda em implementação, de um querido amigo. Ele é um designer gráfico que mudou seus valores e mudou-se de São Paulo, junto com sua esposa e filhos, para trilhar intensamente uma vida norteada pela Permacultura e pela Yoga, mas sem abandonar o design (na verdade, utililizou-o em seu sentido mais rico) e a tecnologia.
Em nossas conversas acabou me mostrando projetos nos quais se inspirou. Dois deles são muitos bacanas. O primeiro chama-se Las Gaviotas, na Colômbia. Uma vila fundada em uma região inóspita, em 1971, e que é modelo de desenvolvimento sustentável:
Paolo Lugari: Founder of Las Gaviotas (en espanol, with simultaneous English translation) from Kevin Hansen on Vimeo.
O segundo chama-se Path to Freedom. Uma família americana que decidiu na década de 80 tornar-se o mais auto-suficiente e gerar o mínimo impacto ambiental possível:
Além disso, mostrou-me dois livros que são referência para aqueles que buscam seguir os passos desses projetos: The Complete Book of Self Sufficiency, de John Seymour, e PERMACULTURE A Designers Manual, de Bill Mollison. Ambos muito bem ilustrados e didáticos, uma beleza.
Depois de conhecer e papear sobre esse material, uma questão surgiu. Todos eles têm em comum o uso de baixa tecnologia e a aplicação de princípios há muito conhecidos pela humanidade. De fato, parecem propostas coletivas já vistas, vividas e que foram deixadas de lado com o avanço da urbanização. Então, por que parecem tão fascinantes e inovadoras (entendendo inovação como uma nova proposta de valor criada que foi implementada e gerou resultados positivos), mesmo tendo sido testadas e abandonadas anteriormente? Será que decorre do fato de hoje vivermos e adotarmos valores muito diferentes? Será que porque tem um tom radical, utópico e exótico? Ou será porque é óbvio que nossa proposta de sociedade não está funcionando e estamos ávidos por caminhos que tornem nossa civilização viável? Seja qual for a razão, seria possível inovar utilizando valores já abandonados pela maioria?
Segundo Mihaly Csikszentmihalyi, em seu livro Creativity: Flow and the Psychology of Discovery and Invention, uma idéia implementada e que gerou resultado pode ou não ser considerada inovadora ou criativa dependendo da interpretação dos “especialistas” (autoridades de uma determinada área do conhecimento) e/ou da adoção da nova idéia pela maioria da população inserida em um contexto cultural. Eles que dirão se o resultado gerado é positivo e relevante o suficiente para que a idéia seja incorporada ao repertório cultural. Dessa forma, uma idéia implementada e que gerou resultado, mas que não foi considerada inovadora em um contexto específico, poderia ser julgada inovadora em outro ambiente cultural (como um momento histórico e geográfico diferentes).
Portanto, não seria razoável dedicarmos mais energia e atenção para estudar a história em busca de antigas idéias e valores? Será que existe a chance de encontrarmos aqueles que hoje contribuíssem para a construção de caminhos viáveis e que, sendo assim, fossem considerados inovadores em nosso beco sem saída?
Abs,
Cândido.
WALMART E GRANDES EMPRESAS LANÇAM PRODUTOS MAIS SUSTENTÁVEIS
Participamos ontem do lançamento conjunto de 10 produtos mais sustentáveis que fizeram parte do projeto “Sustentabilidade de Ponta a Ponta”, criado e dirigido pelo Walmart Brasil e que teve a participação de 3M, Cargill, Coca-Cola Brasil, Colgate-Palmolive, Johnson&Johnson, Nestlé, Pepsico, Procter&Gamble e Unilever.
Esse projeto, pioneiro no varejo brasileiro, partiu da Análise do Ciclo de Vida do produto (da produção da matéria-prima ao seu descarte) para desenvolver ou promover alterações importantes em um produto do portfolio de cada empresa participante, buscando reduzir seus impactos socioambientais.
“Os produtos trazem diferenciais que vão da redução ou alteração do tipo de embalagem e matéria-prima utilizada, optando por opções recicláveis ou certificadas, à diminuição no consumo de energia, água e dos resíduos sólidos gerados”, disse Héctor Núñez, presidente do Walmart Brasil.
Foram 18 meses de projeto e mais de 3.000 horas de consultoria técnica. O papel do Walmart foi fornecer suporte técnico – representado pelo CETEA (Centro de Tecnologia de Embalagens) do governo de São Paulo – para todo o processo de desenvolvimento do produto, avalizando os resultados apresentados pelas empresas do início ao fim da cadeia produtiva. Além disso, a empresa ofereceu a garantia de compra, a visibilidade e exposição diferenciada desses itens no ponto de venda.
Abs,
Cândido Azeredo.
Vejam as melhorias conquistadas em cada produto:
Sem comentários »ERGONOMIA LEVADO A SÉRIO
Eis o que eu chamo de ergonomia levado a sério. Pensar na multiplicidade de pessoas e na acessibilidade!!!!!

Abraços
Léo 2 comentários »
INOVAÇÃO PELO DESIGN PARA A BASE DA PIRÂMIDE
A empresa KickStart inovou em seu modelo de negócio, especializando-se em criar produtos acessíveis e de baixa tecnologia que ajudam pequenos produtores, principalmente em países africanos, a melhorar sua produtividade. Vejam o impacto social que ela gerou e os princípios de design que norteiam a criação e o desenvolvimento dos seus produtos.
Abs,
Cândido.
COMUNICAÇÃO É A ALMA DA ADMINISTRAÇÃO PUBLICA
Conheci recentemente essa ferramenta - formspring.me - que possibilita as pessoas perguntarem oque desejam de forma aberta a todos e com sigilo absoluto de suas identidades.
Um uso muito interssante é da Soninha, da sub prefeitura da Lapa em SP. Um relacionamento direto e transparente com os governantes, administradores, etc. Sem duvida o cidadão que utiliza essa ferramenta para questionar, sente-se quase um cidadão Sueco, pois no caso da Soninha são prontamente respondidas, mesmo que de forma não conclusivas. Ao menos é um meio de participação direta no cuidado com nossa cidade. Tente vc mesmo caso seja morador dessa região.
Parabéns Soninha,
Léo 1 comentário »
Que orgulho!!!
Primeira vez que encontramos um produto que desenhamos falsificado. Que orgulho!!!
A vida é um píer.
Foi na madrugada da minha última noite na ilha. Após me divertir com amigos, todos foram dormir e eu quis ficar um pouco mais. Fui até a ponta do píer e sentei. Naquele momento eu senti alguma coisa que até hoje não sei explicar. Parecia que eu pertencia aquele lugar ou que aquele lugar pertencia a mim. Fiquei confuso e emocionado. Sabia que algo tinha mudado em mim. O que era para ser uma despedida virou outra coisa. Tive a certeza de que eu veria aquela imagem muitas vezes mais: um braço do mar, um barquinho ancorado, o mangue do outro lado, e as montanhas ao fundo.
Este foi o dia em que me cansei de ser turista. Desde então é pra lá que vou quando quero viajar. Às vezes vou conhecer outros lugares: Europa, Nordeste, sul, etc. Ambientes de beleza mais arrebatadora que me deixam maravilhado e perplexo. Mais nenhuma outra viagem me deixa tão contente quanto para aquela vila que fica em um fino braço de ilha entre São Paulo e o Paraná.
Enquanto fico no píer sentado vejo barcos e lanchas passando. Imagino alguém lá dentro ticando uma Lista: “Ilha Comprida (X) Cananéia (X) Ilha do Cardoso (X). Hoje meu dia foi incrível! Conheci muitos lugares.” Mal sabem eles que eu, freqüentador da região há anos, só conheço um mini trecho da ilha com 150 metros de largura e umas 13 casas de madeira. Casas estas onde moram os descendentes de seu Malaquias e dona Erci - pais, avós e bisavós de todos que moram por lá. Tem a casa amarela, a casa da Teresinha, da Mariquinha, aquela que fica mais perto da praia… Não conheço todas e nem conheço a totalidade das vinte e tantas pessoas que moram por lá. Não tenho pressa. Não fiz minha lista. Procuro ser sempre cordial, pois “em terra alheia se pisa no chão devagar”, mas, sem me sentir um turista e nem um morador, não me vejo no dever de conhecer ninguém. Só conheço quem acabei conhecendo e, de muitos, me tornei amigo.
Não acho a ilha exótica e sei que não conseguiria morar lá. Eu não pertenço à ilha e a Ilha não me pertence. O que me faz sentir tão bem é ver que lá EU me pertenço.
Quando volto fico melancólico. Não tanto pela saudade da Ilha, pois sei que voltarei em breve, mas pela sensação de que retorno a um lugar onde eu sou menos do que lá. Meu tempo não é mais meu, meus argumentos são utilitários, meu sono é cronometrado, meu espaço é cheio de obstáculos e minha escala é pequena demais em relação ao entorno. Quando ando, sigo direções definidas bem demarcadas no chão.
O lugar chama-se Enseada da Baleia. Talvez existam pessoas que vão querer ir para lá tentar entender o que estou falando, mas já digo de antemão: a maioria vai ver uma paisagem como muitas outras que encontramos pelo mundo. Nem tão exclusiva quanto os Lençóis Maranhenses, nem tão impressionantes quanto Fernando de Noronha ou as Pirâmides do Egito. Vão ver uma praia do litoral sul de São Paulo, um barzinho, um píer e umas casinhas… Afinal, o que eu vi naquele píer não está lá o tempo todo e isto eu demorei em constatar. Um dia, chamei os amigos para dividir esta experiência. Chamei todos ao píer, fizemos um som. Todos bem juntos em meio à chuva. Esta energia se propagou e mais pessoas se juntaram. Parecia que tudo estava fazendo sentido. Até que o píer cedeu e as 15 pessoas amontoadas foram parar na água. Um acidente assustador. Por sorte o resultado foram apenas galos, arranhões, madeiras quebradas e histórias para contar. Nunca mais chamei ninguém para ir ao pier comigo. Um mês depois, voltei para a ilha e ele já estava refeito.
A cada ano que vou, o braço do mar está mais estreito e, em poucos anos, este lugar não vai mais existir fisicamente. A tristeza desta realidade ainda não chegou de todo ao meu peito, mas já me faz ter ansiedade por dois motivos: O primeiro diz respeito a o futuro dos moradores de lá. O que vai ser deles? O que é possível fazer para deixar esta realidade menos dura para esta família?
Já o segundo motivo é bem mais egoísta. Será que o píer vai existir até quando eu precisar dele? Será que poderei desfrutar dele até o momento em que eu consiga internalizar a conclusão que, embora óbvia, insiste em não ser óbvia de sentir?
Que o píer está em mim.
Abs,
BARÃO
3 comentários »Ilusão de ótica nos Lençóis
Em novembro fiz uma viagem para o Maranhão para aprticipar do evento Confluencias realizado pela Karuana Conhecimento. Após o evento (que foi excelente) eu aproveitei para dar uma passadinha nos incriveis Lençóis Maranhenses. Este vídeo mostra eu brincando com a ilusão de ótica que ocorre nas dunas de lá:
http://www.youtube.com/watch?v=Y3gqeIIJYH8
1 comentário »MINHA MÃE SEMPRE ME DISSE PARA APRENDER COM OS MAIS VELHOS…
É impressionante, mas parece que o mundo parou!!!!! O anuncio abaixo é de 190000000…., mas a máquina de lavar é a mesma que temos hoje. Sem duvida muitas evoluções esse equipamento deve ter sofrido. Eficiência de lavagem ou enegética, substituição de material, etc, mas quando analisamos seu arquétipo sob a prespactiva do uso, ela continua a mesma. Será que somos os mesmos de varios anos atrás?
Acho que não. A mesma lógica operacional é aplicada, o tamanho praticamente o mesmo, os botões no mesmo lugar, a tampa, o formato tudo continua igual. Trocamos botões por painéis e talvez tenhamos complicado um pouco seu uso. Não tive apenas uma faxineira que teve dificuldades de lavar a roupa com esses equipamentos. Quando me dou o trabalho de entender como elas estão lavando minhas roupas, percebo que apesar das diversas funções existentes, usam normalmente apenas algumas. É mais fácil, dizem!
Enfim, já que aos olhos continuam as mesmas, não seria interessante fazermos máquinas de lavar mais simples? Um botão liga e desliga e como extra um outro com a quantidade de água. Sei lá, apenas primeiras idéias…
Olha tem um detalhe: O painel é na frente. Me parece mais amigavel que no fundo!
Abraços
Léo
WOODSTOCK - AMBIENTE INOVADOR
Durante a última reunião do Fórum de Inovação da FGV iniciei uma interessante conversa sobre música com meu colega Luiz Cláudio Sigaud Ferraz, consultor de empresas, que é um apaixonado pelo tema e profundo conhecedor. Depois da reunião nosso bate-papo teve continuidade.
Quando se fala de inovação é importante considerar o “ambiente inovador” que decorre da cultura da empresa. Woodstock, sem dúvida, é um bom exemplo de cultura inovadora que gera um ambiente favorável à experimentação e ao surgimento do novo.
Pedi a ele permissão pra tornar público nosso diálogo, pois acredito que outras pessoas possam curtir, como eu, as suas observações. Segue texto do Luiz:
Continuando nosso papo de ontem separei algumas jóias que espero que gostem.
Estes caras, em Woodstock, quebraram todos os paradigmas e inovaram a música para sempre!
Observação: Woodstock teve suas “principais” atrações fazendo shows à noite. Durante o dia eram uns caras que estavam bem no começo da carreira. Daí apareceram ilustres desconhecidos e descontruiram tudo. Ou melhor reconstruiram tudo…
1. A baladinha dos Beatles com Joe Cocker - With a little help from my friends. O cara era/estava muito louco mas é impossível não reconhecer a grande reconstrução da baladinha.
[Vejam a versão original e chocha da música]:
2. O Santana no início teve que chamar a atenção da platéia puxando palmas, mas no final … Soul Sacrifice. Os caras eram absolutamente geniais e aplicados. A maneira como o baterista segura as baquetas mostra que o cara tem as tais “10.000 horas” de dedicação e esforço. É impressionante ver como, apesar da loucura, a música vai envolvendo a multidão.
3. A presentação do Jimi Hendrix também foi durante o dia por dois motivos: ele não era tão famoso quanto os caras da noite e por ser muito “inovador” faria o show de encerramento (saideira). O pessoal famoso conhecia a fera e não queria que ele fizesse “sombra”. Perceba que tem muito pouca gente ainda na platéia. Sua interpretação do Hino Americano intercalando sons de aviões e bombas em protesto contra a guerra do Vietnam é antológica e pelos comentários postados divide muito as opiniões até hoje. Mas o fato é que a oposição à guerra subiu muitos graus ao som de Hendrix.
Ten Years After I’m going home. Depois daquela noite o Blues nunca mais foi o mesmo…Felizmente!
O nome do guitarrista é Alvin Lee. O show foi o primeiro da noite porque eles já tinham alguma fama nos Estados Unidos. O conjunto se desfez pouco depois de Woodstock.
Valeu Luiz!
Abs,
Cândido Azeredo (Nódesign)
DESIGN TRANSFORMADOR
Ontem tivemos uma noite de arrepiar. Participamos do evento de premiação da terceira edição do Prêmio Trip Transformadores, que aconteceu no Auditório Ibirapuera. O objetivo do Prêmio é reconhecer e ajudar a divulgar iniciativas individuais no Brasil que buscam influenciar e promover o coletivo e o outro, em prol de um mundo melhor. Para essa edição foram indicados 12 homenagiados, escolhidos dentre dezenas de outras iniciativas pesquisadas ao longo de um ano. Tudo gente que bota a mão na massa e que gera resultado efetivo e relevante.
Foi inspirador conhecer um pouquinho do projeto de vida dessas 12 figuras. Vale a pena entrar no site e dar uma olhada nos seus trabalhos, como do Ladislau Dowbor, da Vanete Almeida, do Sérgio Petrilli, do Dando, entre outros.
Dentre os indicados, houve um homenagiado especial que recebeu o Prêmio Trip Vida Transformadora: o arquiteto José Filgueiras Lima, mais conhecido como Lelé.
Aqui uma coincidência. Foi justamente ao conhecer a obra do Lelé, durante a faculdade, que percebi o quão ampla e impactante poderia ser a atuação do arquiteto. Outra coisa, saquei que aquilo que ele fazia englobava muitas outras atividades. Era urbanismo, arquitetura, design, medicina, psicologia, empreendedorismo, engenharia, e por aí vai. Concluí que por de trás de tudo isso corria um tipo de pensamento diferenciado, não especializado, muito humanista, que misturava tudo e que ia muito além de uma profissão com nome próprio. Esse tipo de pensamento era justamente o “Design Thinking”. Quando a ficha caiu, decidi o caminho. Então, pra mim, ontem foi muito especial. Não só por ver reconhecido o trabalho de quem admiro, mas por ver o quão poderosa pode ser essa maneira projetar e, se bem orientada, os benefícios socioambientais que pode gerar.
Um dos seus projetos mais notórios é a Rede de Hospitais Sarah Kubitschek. De todos os pontos inovadores, os principais são o uso de materiais pré-fabricados (que colaboram para dimimuir o custo da obra, o tempo de execução e o desperdício) e o aproveitamento dos recursos naturais (sol, vento…). O cara projetou todos os detalhes, do macro ao micro, como o mobiliário (eles montaram uma pequena fábrica, operante até hoje, para executar os móveis), o equipamento hospitalar, luminárias, sistema de ventilação, etc. Vejam um pouco mais.
Abs,
De Cândido Azeredo, Nódesign.
O que vale é a experiência.
Poucos conseguem desenvolver produtos que são mais do que matéria, são experiências.
Principalmente no comer, uma atividade tão gostosa, que muito poderia ser explorada, pouco é produzido com essa característica.
Lembra do chocolate cigarrinho da PAN? Politicamente incorreto, mas até hoje não conhceço nenhuma pessoa que não se deliciou com aquele chocolate e mesmo sendo de péssima qualidade, todos adoravam. Será que os empresários não perceberam a importânca da experência em um produto?
Agora de forma espetacular, um de nossos pares o escritório de design japonêns - NENDO, criou uma sobremesa muito, mas muito bacana mesmo.
Uma sobremesa com varios tipos de chocolates onde vc mesmo escolhe e participa da brincadeira. Para os mais criativos, se quiser fazer desenhos na mesa ou mesmo passar na boca como batom, sintam-se a vontade.



Parabéns NENDO pelo trabalho incrível. Esse foi um projeto realizado para um doceria super bacana de Tókio.
Abraços
Léo
SEM DÚVIDA NÃO FOI UM DESIGNER QUE FEZ!!!!
Preste atenção nesse termômetro para banheira de criança. Perceba que o empresário quis muito evidenciar a qualidade tecnológica de seu produto. Super preciso na medição… Ele mede a temperatura da água em estagio de ebulição!!!!!!!rsrsrsrsrsrsrs. Que mãe precisaria de um termômetro desse nível para saber que a água talvez esteja meio quente????? Na verdade, pode ser que esse termômetro seja voltado para mães tipo Amy Winehouse - DOIDONAS!!!!
Só mais um detalhe. Olha a cara da mãe na embalagem. É tipo assim: Vou te pegar…. vou te jogar na água fevendo, bilu, bilu, bilu!!!!!
Abraços
Léo











