A roupa e a não-roupa
Passou uma mulher do meu lado com um vestido sensual e isso me fez pensar em muita coisa… Entre as coisas que pensei, existe uma que é de interesse deste blog… O que me faz achar uma roupa sensual?
Talvez aquele decote voluptuoso, talvez o tecido fino que delineia o corpo escultural. Talvez aquela fenda sugestiva na saia. Acredito que uma roupa sensual sempre sugere alguma coisa do corpo da mulher que induz nossa imaginação a desnudar aquele corpo. A roupa sensual é aquela que nos fala da não-roupa.
Então, nada mais interessante para um post sobre roupa do que falar da não-roupa e, como não poderia deixar de ser, aqui vai um causo:
Um dia, falando com uma amiga artista plástica, soube que um tal artista americano ia fotografar no Parque do Ibirapuera centenas de voluntários pelados. Minha primeira reação foi: “Nossa! Mas como ele vai arrumar tanta gente que se habilite a ficar pelado em pleno Ibirapuera?” Somente enquanto dizia esta frase é que me dei conta de o quão surreal era esta idéia. Todo mundo legalizadamente pelado em pleno tradicional domingão de Sampa no Ibira! A curiosidade me tomou por dentro e então mudei completamente o tom do papo e disse: “Vamos nessa?!!!!”
Nos dias que se seguiram, muitos amigos e, principalmente amigas, toparam a empreitada. Semanas depois, após uma festa, fomos todos as 5 da manhã para o local do parque combinado. Eu estava animado, mais também um pouco apreensivo. Todas aquelas minhas belas amigas peladinhas na minha frente… Será que ia conseguir ter autocontrole?
Umas 6:30h o tal artista americano pega o megafone e manda todo mundo tirar a roupa e ir andando para os lugares do parque onde ele queria tirar as fotos. Mandou a gente fazer varias poses, sentar, deitar, etc, O estranho é que tudo parecia tão normal, tão trivial, tão… Nada sensual! Nada erótico! Meu desejo adolescente se concretizando na minha frente e eu nem precisei ter autocontrole! Eu olhava aquela multidão bege e, ao invés de lembrar minhas fantasiais juvenis eu lembrava de animais no pasto. Pensava nas manadas de bois no currau, nas ovelhas, nas lhamas.
Peladas e em bandos, as mulheres são muito parecidas entre si. Inclusive mulheres e os homens são muito parecidos. Eram todos massas beges sem pelo com chumaços de pelos na cabeça. Eram todos de uma espécie de mamífero muito do sem gracinha. Aquela massa bege era muito menos encantadora do que um rebanho de bois lenores, um bando de pingüins ou um cardume de peixes.
Foi aí que me dei conta de que somos mesmo bípedes em fase transitória de adaptação. Aqueles braços balançando pra lá e pra cá enquanto agente anda… meio patético. Estamos mais para hiena, ema e peru do que para águia, huskie ou onça… Por isso roubamos suas peles…
Um tempo depois, voltamos a colocar nossas roupas e, pra minha surpresa, me vestir pareceu ser muito menos natural do que ficar pelado no parque em um domingo de sol.
Pois é… Diferentemente do que eu imaginava, o que faz uma roupa ser sensual não é o que ela revela, mas sim o que ela esconde. A idéia da nudez é mais sedutora do que a nudez em si. O corpo vestido é mais erótico do que o corpo nu. O erotismo está na roupa e não no corpo. Pobres homens árabes! A burca é erótica demais!
O corpo nu é nosso uniforme de mamífero e a roupa é nosso uniforme de indivíduo.
Mulheres, vistam-se!!!
Beijo,
BARÃO
3 comentários »ÓCIO PRODUTIVO

A World Community Grid é uma organização internacional preocupada em criar a maior rede computacional dedicada à pesquisa científica humanitária. A idéia é simples: voluntários de qualquer lugar do mundo doam o tempo que o seu computador pessoal está ocioso para as pesquisas da WCG. Atualmente algumas de suas pesquisas envolvem a busca da cura de doenças como câncer, AIDS, dengue e gripe. Existem também pesquisas não médicas, como uma que busca aperfeiçoar a tecnologia de painéis fotovoltaicos para energia limpa e outra que desenvolve uma variação de arroz mais resistente e nutritiva.
Para participar o voluntário instala um pequeno programinha em seu computador. Esse programinha se comunicará com os servidores da IBM, que administra toda a infra-estrutura da WCG, e fará com que seu computador ajude essas pesquisas sempre que não estiver sendo usado.
No Brasil, um dos organizadores e incentivadores do projeto é o Fábio Bustamante. Ele criou o Eu Grido como um canal fácil e seguro para que todos participem desse esforço.
O Nódesign aderiu a esse projeto doando tempo ocioso dos seus computadores. Melhorar sustentavelmente o padrão de vida só é possível se agirmos somando forças de forma interconectada, global e altruísta.
Participem!!!
Cândido.
Sem comentários »RELATOS DE UM DESIGN/ER QUASE IGNORANTE.
A imagem de meu pai ou figuras importantes lendo seus jornais pela manhã com uma fumacinha saindo de suas xícaras de café ou aqueles executivos que em seu horário de almoço lêem o noticiário todos dobradinhos fazendo-se parecer os caras mais importantes e inteligentes do mundo, sempre me seduziram muito. Acreditei por anos que esse era o meio correto para ser uma pessoa informada, porém desde o inicio de minha vida adulta tentei ler o dito cujo, sempre sem sucesso.
Indignado com a situação que beirava a ignorância, comecei a refletir sobre o que me fazia não exercer essa pratica. Percebi então que muitas de suas características me incomodavam: Quem de vocês não acha ruim ler naquele papel fino e sujo? Quantos sabem dobrar sem criar aqueles vincos horríveis ( tente dobrar o jornal com solavancos para frente e para traz como os mais antigos fazem…é pura arte), sem falar na bagunça de folhas espalhadas que beira o caos. Minha experiência com leitura de jornal sempre foi similar em buscar um endereço naqueles mapas gigantes que compramos no farol – Abre-se um monte de folhas e gravita por cima como um pássaro localizando a informação.
Dei-me conta em minha última tentativa de ser o cara da xícara fumegante, que nem sequer achar a página do noticiário fui capaz. Simplesmente não encontrava a numeração das páginas.
Para que aquelas folhas tão grandes que doem o braço só de imaginar ter que segurá-las? Se dobrar, me sito lendo um pergaminho. Pagar por toda a informação sendo que lerei apenas 10%? Gastar todo aquele papel em plena crise ambiental? Sujeira? Diagramação amigável? Hipertexto? Sem dúvida alguma, em épocas de inovação poderíamos imaginar outras formas de se relacionar com esse patrimônio tão importante para a nossa história.
Imagino que o jornal poderia ser repensado em sua essência. Desde o primeiro periódico publicado em 1605 o Nieuwe Tijdinghen na Antuérpia, ele continua basicamente o mesmo. Apesar das imensas conquistas nos sistemas de produção como a inserção do telégrafo, linotipia, prensa rotativa ou a fotocomposição, o produto final basicamente é o mesmo. Em períodos tão dinâmicos com internet, e-books e outras coisas mais, me assusto ao imaginar que essa inércia continue e leremos nossos jornais com a mesma dinâmica atual em nossos Kindles, ireaders, etc.
No fundo ainda tenho vontade de consumá-lo e aproveitar seus benefícios. Se Darwin não agir anteriormente, quem sabe não me convenço nas próximas evoluções e deixo de comprar jornal apenas quando pinto minhas paredes.
Com mínimo esforço e apenas graficamente, esse rapaz do vídeo abaixo já promoveu um grande salto. Sem dúvida uma experiência de leitura gratificante.
Give power to designers!
Léo
3 comentários »Um objeto costurando histórias.
Um dia desses, minha vó comunicou uma bombástica notícia que causou abalos gigantes em minha família: Ela disse que não ia mais costurar!
Quando indagada por todos, através de um “PORQUÊ???” em coro, ela justificou sua decisão de uma forma simples, mas estranha para todos nós, nascidos no pós guerra: “porque minha máquina pifou de vez”.
Como nós - acostumados a este mundo promíscuo de trocas em massa de celular a cada nova função que a tecnologia consegue enfiar naquele paralelepipedozinho – podemos compreender esta frase? Porque não comprar uma nova?
Por trás da resposta simples está uma bonita historia:
Em mil novecentos e cinquenta, minha vó, aos 23 anos, ganhou uma ótima maquina de costura. Engana-se quem imaginou uma daquelas maquinas-mobília com pedal manual de antigamente. Fui a primeira máquina elétrica a ser comercializada. Era alemã e tinha pedal de controle de velocidade e tudo.
Nos primeiros anos desta parceria, minha vó ajudou meu avô nas contas da casa, no período em que ele cursava a faculdade, costurando “pra fora”. Ela fazia incríveis vestidos de noiva que minha mãe lembra até hoje da riqueza dos detalhes.
Quando o marido se formou, ela e sua maquina de costura voltaram-se a família. Desde então, muitas roupas foram feitas, muitos concertos de roupas, muitas cortinas, panos, enxovais, e muita moda. Minha vó tem avidez por novidade e tudo que ela ouvia falar ou via nos programas de tarde da TV, ela reproduzia em sua maquina e, claro, sem nunca perder a oportunidade de dar um toque pessoal nestes trabalhos. Sua máquina estava sempre ao seu lado, obedecendo seus comandos com maestria e intuindo suas ações. Uma parceria perfeita que embelezou quatro gerações da família.
Nos últimos anos, a máquina começou a demonstrar sinais de cansaço. Passar dos cinquenta foi duro para ela… Meu tio fazia concertos e ela demonstrava excelentes sinais de recuperação. No entanto, depois de um tempo, os problemas retornavam. Sua parceira, ao contrario, se sentia a cada dia mais ávida por novidade.
Um de seus netos resolveu inventar moda também e foi fazer faculdade de design de produto. Atento aos dotes de sua vó, começou a encomendar estranhos projetos a ela: uma pequena bolsa que se transformava em uma pasta de desenho, uma bucha de banho para lavar as costas, ajustes complexos em roupas compradas em brechó. Os resultados eram sempre excelentes.
Mas, aos poucos, a maquina deixou de acompanhar a modernidade de sua parceira e, um dia, ela acabou falecendo. Não foi necessario fazer um inventário de seu patrimônio, pois este já tinha sido distribuído em vida para todas as pessoas de sua estima.
A morte da máquina não foi vista com choque por sua parceira. Ela reagiu com normalidade ao fim deste ciclo e acabou largando a costura para se dedicar mais as outras tarefas que sempre lhe agradaram: tricô, crochê, palavras cruzadas, cuidar dos netos, cozinhar, comer e ler muitos livros no estilo “Sabrina”. Como normalmente acontece, o choque foi maior para os fãs. Assim como ocorreu quando os Beatles acabaram, estes não se conformavam e não conseguiam entender o motivo, embora ele fosse tão obvio:
Prosseguir com uma jovem e inexperiente parceira seria como o Tinoco arrumar outro parceiro depois da morte do seu irmão Tonico. Seria estranho ouvir no radio “Com vocês: Carlito e Tinoco!!!” ou algo parecido.
O pior de tudo seria o tempo que demoraria para a parceira se aprimorar para, possivelmente, depois de alguns anos ocorrer um novo falecimento, já que, hoje em dia, as maquinas desistem de viver muito antes daquela sua antiga parceira…
Realmente não seria uma boa idéia….
Existem objetos que são insubstituíveis e existem os celulares…
Dedicado a máquina Elna (in memoriam) e a Dona Cida.
BARÃO
7 comentários »OLIMPÍADAS USP DE INOVAÇÃO
Para aqueles que acompanham nosso blog, já devem ter visto que participamos desse projeto tão bacana realizado pela USP. Para os que não viram, podem encontrar maiores detalhes sobre a iniciativa acessando o seguinte link - http://blog.nodesign.com.br/2008/10/25/o-design-como-ferramenta-do-pesquisador/ .
É impressionante a quantidade do projetos interessantes que existem e sem dúvida são tecnologias e idéias que terão grande impacto em nossas vidas.
No mês passado aconteceu a cerimônia oficial de premiação do evento onde fomos homenageados, junto aos demais patrocinadores.
Foi uma experiência gratificante e gostariamos muito de agradecer a oportunidade de integrar o design e a pesquisa desde seu inicio.
Sem comentários »CADEADO FASHION - PAPAIZ | NÓDESIGN - linha Adriana Barra
Apesar do estereótipo masculino, existem muitos usos de um cadeado no qual valores associados ao universo feminino são muito mais relevantes.
Este é o caso dos cadeados que nos acompanham no dia-a-dia cuidando dos nossos pertences pessoais e nos ajudando a lidar com o que queremos revelar e guardar do nosso universo íntimo. Neste contexto, um cadeado pode servir para fechar bolsas ou gavetas secretas, assim como prender o decote de um vestido, fechar uma agenda, um diário ou ornamentar um colar. Trata-se de um amplo e instigante universo de novas utilidades.
Utilizando-se de recursos associados ao universo da moda, como elementos decorativos e criação de coleções periódicas, o cadeado Fashion, transmite a leveza dos artigos femininos, quebrando com a rigidez de um cadeado convencional sem abrir mão da segurança. Nele, o usuário tranca seus objetos “colocando um piercing” ao seu redor.
O principal desafio deste projeto foi o desenvolvimento de uma forma para cadeado que utilizasse recursos decorativos mutáveis de maneira a possibilitar o lançamento de coleções periódicas ( essa linha é assinada pela Adriana Barra). Estes recursos têm como objetivo fazer com que os cadeados deixem de ser vistos como objetos meramente funcionais para assumir o status de acessórios de moda.
As capas plásticas recebem as estampas que mudam periodicamente. A moldura de metal pode receber diversos acabamentos superficiais e o “piercing” pode mudar de formato, posição e cor. Todas estas possibilidades de personalização fazem com que este produto seja extremamente versátil, aumentando muito seu apelo comercial como acessório.
Sua proposta estética faz com que o consumidor não veja este objeto como uma peça meramente utilitária, mas também como um acessório de moda, rompendo com o estereótipo de um cadeado convencional e masculino.
A criação de coleções com estampas e acabamentos diferentes permite com que o usuário monte uma coleção. Isso possibilita estender o ciclo de vida do produto, tanto para a empresa (mantendo um produto base por mais tempo em catálogo) quanto para o cliente (que pode colecionar os cadeados).
A transformação da alça do cadeado em um “piercing” transforma a relação do usuário com o produto cadeado, pois, além de trancar os objetos, o cadeado Fashion transforma-se em um ornamento para nossos pertences.
VEJA FOTOS DO LANÇAMENTO-
2 comentários »
RANKING INOVAÇÃO
Em recente matéria realizada pela revista Época Negócios foi apresentado um ranking dos países com melhor ambiente para inovar. Esse ranking foi conduzido pelo Boston Consulting Group que mediu quesitos como educação, infraestrutura, qualidade da mão de obra e desempenho das empresas.
Chamou-me a atenção os países que fazem parte desse seleto grupo e como eles estão intimamente ligados a cultura do design. Cingapura foi o Primeiro colocado e logo em seguida Coreia do Sul. Na sequência são: Suíça, Islândia, Irlanda, Hong Kong, Finlândia, Estados Unidos, Japão e Suécia.
Em nenhum momento da matéria a palavra design foi citada. Será que não seria hora para refletirmos sobre a importância de nossa tão querida profissão nesse contexto?
Não é mera semelhança que tais países figurem entre a lista dos mais inclinados a inovação, pois todos eles possuem uma íntima relação com o design. Alguns historicamente importantes e outros mais recentemente construindo sua história nesse cenário.
Os países Asiáticos estão loucamente investindo em políticas publicas e infraestrutura voltada para o design e toda a economia criativa. Centros de excelência, projetos governamentais, incentivos, educação, etc. O resultado vem aparecendo ano após ano. Vemos um numero crescente de ótimos designers vindo desses países e isso fica absolutamente claro nos concursos e publicações internacionais.
Países como Suécia, Finlândia e Suíça, não precisamos nem comentar. O design faz parte da vida das pessoas desde que nascem…
Qual será o impacto da cultura do design presente nesses países para que figurem neste ranking? Certamente essa relação existe porém não foi estudada. A inovação pelo design mostra-se cada vez mais importante e esses países já sacaram isso.
O Brasil não ficou nem entre os 30 selecionados. Por que será?
Nós vamos bem. Obrigado!
Léo
Sem comentários »FADEC - IHOUSE | NÓDESIGN
Em residências equipadas é comum o uso de sensores que acionam os objetos conforme o morador passa pelos cômodos. No entanto, existem muitas situações onde esta facilidade torna-se um desconforto ainda maior na medida em que ela transforma algo que deveria seria uma opção em uma imposição. Este fato se agrava em residências com vários moradores, pois cada individuo costuma ter um gosto e uma necessidade diferente.
O painel Fadec da IHOUSE surge para solucionar este problema. Ele serve para acionar um aparelho através do reconhecimento facial do morador. Portanto, basta olhar para o painel para que o aparelho cadastrado seja acionado na configuração definida pelo próprio usuário. Desta maneira, diferentes moradores podem acionar os aparelhos em configurações distintas sem sair do lugar. Além disso, para mudar a configuração pessoal do aparelho, basta ajusta-lo na interface LCD touchscreen do painel Fadec.
O principal desafio deste projeto foi permitir o acionamento de produtos localizados em diferentes locais da casa através do reconhecimento facial do usuário.
Para alcançar este objetivo foi necessário desenvolver um produto que possa ser instalado em varias localizações diferentes de uma parede sem que isso comprometa a sua funcionalidade. O recurso utilizado para vencer este objetivo foi o desenvolvimento de uma articulação com amplo ajuste de inclinação. Desta forma, independente da localização do painel na parede é possível ajusta-lo numa posição que seja confortável para o usuário olhar para a câmera que libera o acionamento.
SMART FAUCET - IHOUSE | NÓDESIGN
Usar uma torneira com misturador de água é sempre uma experiência demorada. Toda vez precisamos temperar a quantidade de água fria e de água quente até atingirmos a temperatura e o fluxo ideal, o que demanda tempo, água e energia de aquecimento. Este gasto se agrava em residências com vários moradores, pois cada indivíduo costuma ter uma predileção de temperatura.
Através do reconhecimento facial do morador ela aciona o aquecedor acoplado, que possui controle de vazão, esquentando rapidamente a água até a temperatura e fluxo desejados. Basta olhar para a torneira para que ela seja acionada na configuração definida pelo próprio usuário cadastrado. Desta maneira, diferentes moradores podem acionar a torneira em configurações distintas sem precisar reconfigurá-la ou ficar testando e misturando a quantidade de água fria e quente até chegar na pressão e na temperatura ideais.
Através de uma mini câmera, seu software consegue reconhecer o usuário e suas configurações de temperatura e de intensidade de fluxo de água. Por uma tela LCD touchscreen o usuário pode se cadastrar e configurar a torneira da maneira que preferir.
Um sistema com LEDs, dentro do corpo da torneira, iluminam a água e mostram a variação de temperatura em um degrade luminoso que vai do azul ao vermelho, para as maiores temperaturas.
Sua forma elegante e limpa contribui para humanizar a tecnologia embutida nesse equipamento, deixando aparente apenas as informações fundamentais ao seu uso diário… CONTINUA
VEJA O VIDEO DO PRODUTO EM FUNCIONAMENTO-
1 comentário »Troféu GPR
Caros, de tudo um pouco!!! Por essa razão é tão bacana trabalhar com o que trabalhamos.
Na semana passada estivemos presentes na premiação dos profissionais do Rádio em SP. Esse evento premia os melhores profissionais da publicidade brasileira que desenvolvem propagandas para as rádios do Brasil. Já que o radio é um meio que se transforma, fomos convidados para criar um troféu que materializasse os seus novos paradigmas sem cair nas tão comuns idéias pré concebidas : torres de transmissão, ondas sonoras, sintonizador, etc.
Fizemos o essencial!
O bacana é que o conceito foi além do troféu originando todo o conceito gráfico da premiação.
Parabéns a todos os vencedores!
VEJA O VIDEO COM A EXPLICAÇÃO DO PROJETO ABAIXO –
Abraços
Léo
Nódesign ganha IF PRODUCT DESIGN AWARD 2009
A mesa Tira e Põe, criada pelo Nódesign para a Decameron Design, foi uma das premiadas no IF PRODUCT DESIGN AWARD 2009, principal prêmio europeu de design. A celebração dos premiados ocorreu no dia sete de março em Hannover, Alemanha.
Lúdica e versátil, a mesa Tira e Põe foi inspirada nos jogos de montar, onde foram encontradas soluções práticas que acompanham o dinamismo dos ambientes contemporâneos. Feita em painel de Teca certificada, ela permite diversas possibilidades de composição, assumindo formas e funções distintas.
2 comentários »Reportagem destaca a importância do Nódesign no design brasileiro de cosméticos
Em uma de suas reportagens de capa, a revista Packing destacou a representatividade que a Nódesign adquiriu neste setor, atuando com as mais importantes empresas de cosméticos do Brasil, como Natura, Avon e O Boticário. Outro foco da reportagem foi a diversidade de seu trabalho e o compromisso com soluções de projeto mais sustentáveis.
Sem comentários »Nódesign cria a ambientação do lançamento da linha 2009 de móveis da Decameron Design.
Livros mágicos, anões de jardim e quadros antigos interagem com os novos produtos da marca, criando um ambiente onírico que remete a lugares mágicos de nossas antigas memórias.
Léo
Sem comentários »Mudança de comportamento
O design alem de fazer podutos bonitos, funcionais, atender os objetivos da empresa e do usuário, pode também alterar a forma que nos relacionamos com os produtos para o bem ou para o mal.
Neste caso, pode estabelecer um novo comportamento e consequentemente criar um novo negócio. A feliz intervenção do designer modificou uma relação que há muito tempo preservamos e com isso certamente desenvolveu um produto que possui muitos beneficios para o usuario e certamente uma posição confortável para a empresa produtora. Quantas vezes vc não fez uma meleca para acender a churrasqueira?

Léo
5 comentários »CENOGRAFIA PARA LANÇAMENTO DA MARCA DROOG
O Nódesign realizou recentemente a cenografia para o lançamento e showroom da marca DROOG design.
Para quem é fã da marca holandesa, acho bacana dar uma olhada nas peças. Fica na rua Aspicuelta, 145 ou no site www.decamerondesign.com.br e www.droog.com.
Confira abaixo algumas fotos do ambiente.
Léo
2 comentários »















