Design, inovação e outras coisinhas a mais.

A vida é um píer.

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Foi na madrugada da minha última noite na ilha. Após me divertir com amigos, todos foram dormir e eu quis ficar um pouco mais. Fui até a ponta do píer e sentei. Naquele momento eu senti alguma coisa que até hoje não sei explicar. Parecia que eu pertencia aquele lugar ou que aquele lugar pertencia a mim. Fiquei confuso e emocionado. Sabia que algo tinha mudado em mim. O que era para ser uma despedida virou outra coisa. Tive a certeza de que eu veria aquela imagem muitas vezes mais: um braço do mar, um barquinho ancorado, o mangue do outro lado, e as montanhas ao fundo.
Este foi o dia em que me cansei de ser turista. Desde então é pra lá que vou quando quero viajar. Às vezes vou conhecer outros lugares: Europa, Nordeste, sul, etc. Ambientes de beleza mais arrebatadora que me deixam maravilhado e perplexo. Mais nenhuma outra viagem me deixa tão contente quanto para aquela vila que fica em um fino braço de ilha entre São Paulo e o Paraná.
Enquanto fico no píer sentado vejo barcos e lanchas passando. Imagino alguém lá dentro ticando uma Lista: “Ilha Comprida (X) Cananéia (X) Ilha do Cardoso (X). Hoje meu dia foi incrível! Conheci muitos lugares.” Mal sabem eles que eu, freqüentador da região há anos, só conheço um mini trecho da ilha com 150 metros de largura e umas 13 casas de madeira. Casas estas onde moram os descendentes de seu Malaquias e dona Erci - pais, avós e bisavós de todos que moram por lá. Tem a casa amarela, a casa da Teresinha, da Mariquinha, aquela que fica mais perto da praia… Não conheço todas e nem conheço a totalidade das vinte e tantas pessoas que moram por lá. Não tenho pressa. Não fiz minha lista. Procuro ser sempre cordial, pois “em terra alheia se pisa no chão devagar”, mas, sem me sentir um turista e nem um morador, não me vejo no dever de conhecer ninguém. Só conheço quem acabei conhecendo e, de muitos, me tornei amigo.
Não acho a ilha exótica e sei que não conseguiria morar lá. Eu não pertenço à ilha e a Ilha não me pertence. O que me faz sentir tão bem é ver que lá EU me pertenço.
Quando volto fico melancólico. Não tanto pela saudade da Ilha, pois sei que voltarei em breve, mas pela sensação de que retorno a um lugar onde eu sou menos do que lá. Meu tempo não é mais meu, meus argumentos são utilitários, meu sono é cronometrado, meu espaço é cheio de obstáculos e minha escala é pequena demais em relação ao entorno. Quando ando, sigo direções definidas bem demarcadas no chão.
O lugar chama-se Enseada da Baleia. Talvez existam pessoas que vão querer ir para lá tentar entender o que estou falando, mas já digo de antemão: a maioria vai ver uma paisagem como muitas outras que encontramos pelo mundo. Nem tão exclusiva quanto os Lençóis Maranhenses, nem tão impressionantes quanto Fernando de Noronha ou as Pirâmides do Egito. Vão ver uma praia do litoral sul de São Paulo, um barzinho, um píer e umas casinhas… Afinal, o que eu vi naquele píer não está lá o tempo todo e isto eu demorei em constatar. Um dia, chamei os amigos para dividir esta experiência. Chamei todos ao píer, fizemos um som. Todos bem juntos em meio à chuva. Esta energia se propagou e mais pessoas se juntaram. Parecia que tudo estava fazendo sentido. Até que o píer cedeu e as 15 pessoas amontoadas foram parar na água. Um acidente assustador. Por sorte o resultado foram apenas galos, arranhões, madeiras quebradas e histórias para contar. Nunca mais chamei ninguém para ir ao pier comigo. Um mês depois, voltei para a ilha e ele já estava refeito.
A cada ano que vou, o braço do mar está mais estreito e, em poucos anos, este lugar não vai mais existir fisicamente. A tristeza desta realidade ainda não chegou de todo ao meu peito, mas já me faz ter ansiedade por dois motivos: O primeiro diz respeito a o futuro dos moradores de lá. O que vai ser deles? O que é possível fazer para deixar esta realidade menos dura para esta família?
Já o segundo motivo é bem mais egoísta. Será que o píer vai existir até quando eu precisar dele? Será que poderei desfrutar dele até o momento em que eu consiga internalizar a conclusão que, embora óbvia, insiste em não ser óbvia de sentir?

Que o píer está em mim.

Abs,

BARÃO

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Ilusão de ótica nos Lençóis

Em novembro fiz uma viagem para o Maranhão para aprticipar do evento Confluencias realizado pela Karuana Conhecimento. Após o evento (que foi excelente) eu aproveitei para dar uma passadinha nos incriveis Lençóis Maranhenses. Este vídeo mostra eu brincando com a ilusão de ótica que ocorre nas dunas de lá:

http://www.youtube.com/watch?v=Y3gqeIIJYH8

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MINHA MÃE SEMPRE ME DISSE PARA APRENDER COM OS MAIS VELHOS…

É impressionante, mas parece que o mundo parou!!!!! O anuncio abaixo é de 190000000…., mas a máquina de lavar é a mesma que temos hoje. Sem duvida muitas evoluções esse equipamento deve ter sofrido. Eficiência de lavagem ou enegética, substituição de material, etc, mas quando analisamos seu arquétipo sob a prespactiva do uso, ela continua a mesma. Será que somos os mesmos de varios anos atrás?
Acho que não. A mesma lógica operacional é aplicada, o tamanho praticamente o mesmo, os botões no mesmo lugar, a tampa, o formato tudo continua igual. Trocamos botões por painéis e talvez tenhamos complicado um pouco seu uso. Não tive apenas uma faxineira que teve dificuldades de lavar a roupa com esses equipamentos. Quando me dou o trabalho de entender como elas estão lavando minhas roupas, percebo que apesar das diversas funções existentes, usam normalmente apenas algumas. É mais fácil, dizem!
Enfim, já que aos olhos continuam as mesmas, não seria interessante fazermos máquinas de lavar mais simples? Um botão liga e desliga e como extra um outro com a quantidade de água. Sei lá, apenas primeiras idéias…
Olha tem um detalhe: O painel é na frente. Me parece mais amigavel que no fundo!
Abraços
Léo

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WOODSTOCK - AMBIENTE INOVADOR

Durante a última reunião do Fórum de Inovação da FGV iniciei uma interessante conversa sobre música com meu colega Luiz Cláudio Sigaud Ferraz, consultor de empresas, que é um apaixonado pelo tema e profundo conhecedor. Depois da reunião nosso bate-papo teve continuidade.

Quando se fala de inovação é importante considerar o “ambiente inovador” que decorre da cultura da empresa. Woodstock, sem dúvida, é um bom exemplo de cultura inovadora que gera um ambiente favorável à experimentação e ao surgimento do novo.

Pedi a ele permissão pra tornar público nosso diálogo, pois acredito que outras pessoas possam curtir, como eu, as suas observações. Segue texto do Luiz:

Continuando nosso papo de ontem separei algumas jóias que espero que gostem.
Estes caras, em Woodstock, quebraram todos os paradigmas e inovaram a música para sempre!
Observação: Woodstock teve suas “principais” atrações fazendo shows à noite. Durante o dia eram uns caras que estavam bem no começo da carreira. Daí apareceram ilustres desconhecidos e descontruiram tudo. Ou melhor reconstruiram tudo…

1. A baladinha dos Beatles com Joe Cocker - With a little help from my friends. O cara era/estava muito louco mas é impossível não reconhecer a grande reconstrução da baladinha.

[Vejam a versão original e chocha da música]:

2. O Santana no início teve que chamar a atenção da platéia puxando palmas, mas no final … Soul Sacrifice. Os caras eram absolutamente geniais e aplicados. A maneira como o baterista segura as baquetas mostra que o cara tem as tais “10.000 horas” de dedicação e esforço. É impressionante ver como, apesar da loucura, a música vai envolvendo a multidão.

3. A presentação do Jimi Hendrix também foi durante o dia por dois motivos: ele não era tão famoso quanto os caras da noite e por ser muito “inovador” faria o show de encerramento (saideira). O pessoal famoso conhecia a fera e não queria que ele fizesse “sombra”. Perceba que tem muito pouca gente ainda na platéia. Sua interpretação do Hino Americano intercalando sons de aviões e bombas em protesto contra a guerra do Vietnam é antológica e pelos comentários postados divide muito as opiniões até hoje. Mas o fato é que a oposição à guerra subiu muitos graus ao som de Hendrix.

Ten Years After I’m going home. Depois daquela noite o Blues nunca mais foi o mesmo…Felizmente!
O nome do guitarrista é Alvin Lee. O show foi o primeiro da noite porque eles já tinham alguma fama nos Estados Unidos. O conjunto se desfez pouco depois de Woodstock.

Valeu Luiz!
Abs,
Cândido Azeredo (Nódesign)

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DESIGN TRANSFORMADOR

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Ontem tivemos uma noite de arrepiar. Participamos do evento de premiação da terceira edição do Prêmio Trip Transformadores, que aconteceu no Auditório Ibirapuera. O objetivo do Prêmio é reconhecer e ajudar a divulgar iniciativas individuais no Brasil que buscam influenciar e promover o coletivo e o outro, em prol de um mundo melhor. Para essa edição foram indicados 12 homenagiados, escolhidos dentre dezenas de outras iniciativas pesquisadas ao longo de um ano. Tudo gente que bota a mão na massa e que gera resultado efetivo e relevante.
Foi inspirador conhecer um pouquinho do projeto de vida dessas 12 figuras. Vale a pena entrar no site e dar uma olhada nos seus trabalhos, como do Ladislau Dowbor, da Vanete Almeida, do Sérgio Petrilli, do Dando, entre outros.
Dentre os indicados, houve um homenagiado especial que recebeu o Prêmio Trip Vida Transformadora: o arquiteto José Filgueiras Lima, mais conhecido como Lelé.

Lel   - Lel

Aqui uma coincidência. Foi justamente ao conhecer a obra do Lelé, durante a faculdade, que percebi o quão ampla e impactante poderia ser a atuação do arquiteto. Outra coisa, saquei que aquilo que ele fazia englobava muitas outras atividades. Era urbanismo, arquitetura, design, medicina, psicologia, empreendedorismo, engenharia, e por aí vai. Concluí que por de trás de tudo isso corria um tipo de pensamento diferenciado, não especializado, muito humanista, que misturava tudo e que ia muito além de uma profissão com nome próprio. Esse tipo de pensamento era justamente o “Design Thinking”. Quando a ficha caiu, decidi o caminho. Então, pra mim, ontem foi muito especial. Não só por ver reconhecido o trabalho de quem admiro, mas por ver o quão poderosa pode ser essa maneira projetar e, se bem orientada, os benefícios socioambientais que pode gerar.

Um dos seus projetos mais notórios é a Rede de Hospitais Sarah Kubitschek. De todos os pontos inovadores, os principais são o uso de materiais pré-fabricados (que colaboram para dimimuir o custo da obra, o tempo de execução e o desperdício) e o aproveitamento dos recursos naturais (sol, vento…). O cara projetou todos os detalhes, do macro ao micro, como o mobiliário (eles montaram uma pequena fábrica, operante até hoje, para executar os móveis), o equipamento hospitalar, luminárias, sistema de ventilação, etc. Vejam um pouco mais.

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Abs,
De Cândido Azeredo, Nódesign.

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O que vale é a experiência.

Poucos conseguem desenvolver produtos que são mais do que matéria, são experiências.
Principalmente no comer, uma atividade tão gostosa, que muito poderia ser explorada, pouco é produzido com essa característica.
Lembra do chocolate cigarrinho da PAN? Politicamente incorreto, mas até hoje não conhceço nenhuma pessoa que não se deliciou com aquele chocolate e mesmo sendo de péssima qualidade, todos adoravam. Será que os empresários não perceberam a importânca da experência em um produto?
Agora de forma espetacular, um de nossos pares o escritório de design japonêns - NENDO, criou uma sobremesa muito, mas muito bacana mesmo.
Uma sobremesa com varios tipos de chocolates onde vc mesmo escolhe e participa da brincadeira. Para os mais criativos, se quiser fazer desenhos na mesa ou mesmo passar na boca como batom, sintam-se a vontade.

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Parabéns NENDO pelo trabalho incrível. Esse foi um projeto realizado para um doceria super bacana de Tókio.
Abraços
Léo

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SEM DÚVIDA NÃO FOI UM DESIGNER QUE FEZ!!!!

Preste atenção nesse termômetro para banheira de criança. Perceba que o empresário quis muito evidenciar a qualidade tecnológica de seu produto. Super preciso na medição… Ele mede a temperatura da água em estagio de ebulição!!!!!!!rsrsrsrsrsrsrs. Que mãe precisaria de um termômetro desse nível para saber que a água talvez esteja meio quente????? Na verdade, pode ser que esse termômetro seja voltado para mães tipo Amy Winehouse - DOIDONAS!!!!

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Só mais um detalhe. Olha a cara da mãe na embalagem. É tipo assim: Vou te pegar…. vou te jogar na água fevendo, bilu, bilu, bilu!!!!!

Abraços
Léo

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QUEM NASCEU EQUIVOCADO? O COPO OU A COLHER?

Eis a questão!!!!
Encontrei essa solução para colheres na net e achei muito interesante. Simples inovações!!!!!
Sempre tentamos pegar no fundinho do copo o restinho do suco, do açucar, ou de qualquer outra coisa… A colher nunca pega, é incrível!
Mas essa é mais uma daquelas soluções para problemas que poderiam ter sido solucionados antes. Afinal de quem é o problema, da colher ou do copo? Fiquei pensando sobre esse produto e achei que talvez se o copo tivesse o fundo levemente abaulado nos cantos, além de ficar mais bonito, poderiamos utilizar as colheres padrões para pegar os restinhos. Assim, poderiamos manter as colheres com suas formas simétricas e harmoniosas ao invés de distorce-las para cumprir essa função.

colher de iogurte - colher de iogurte

Abraços
Léo

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ESTAMOS FRITOS MESMO!!!!

Não dá nem para acreditar nessa tabela. Olha o quanto somos atrasado no que diz respeito a internet. Estamos confinados na mão de poucas empresas em ter uma conexão ruim e cara, muito cara mesmo….
Nem imagino o que é navegar com tamanha conexão.

raw - raw

Abraços
Léo

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TELEMETRIA NO CAMPO.

Ainda não estimamos corretamente o potencial que a tecnologia da informação tem a nos oferecer. Hoje acompanhamos uma grande revolução do poder das redes sociais na internet, seja para o cidadão, seja para as empresas. Indivíduos por todo o globo trocam informações em tempo real, unem-se para alguma finalidade, quebram barreiras. Empresas não podem mais ocultar informações e a transparência é a palavra da ordem.
Pouco se fala ( ainda, veja bem…) das redes de monitoramento que colecionam dados. Restrita para empresas que a utilizam a tempos em seus sistemas fechados de inteligência para controlar estoques, logística, vendas, etc, se revelou uma importante aliada na construção do conhecimento. São capazes de mostrar através de gráficos e outras maneiras mais o comportamento, os acontecimentos e com isso inclusive um previsão precisa de comportamento.
http://www.youtube.com/watch?v=j3ZNBO7H8c4
O exemplo deste video retrata um uso nobre dessa tecnologia de dados em tempo real disponível para a indústria da agricultura criada pela empresa puresense. Os benefícios são enormes. Maior produtividade, controle de pragas e até racionamento de água. É monitoramento puro, minuto a minuto que ajuda os agricultores a construir um conhecimento inimaginável a pouco tempo atrás. Diversos sensores espalhados pelo campo coletam os dados, enviam para um servidor que os processa e posteriormente para um smartphone ou qualquer computador. Coisa da NASA!!!
Quem já ouviu falar em internet das coisas? Aquela onde a rede de computadores estará presente em todos os objetos e esses poderão conversar entre si. O maior exemplo disso é a geladeira que poderá conversar com seu armário, seu liquidificador ou microondas e também com o supermercado fazendo o pedido do que está acabando automaticamente.
Agora imaginem as redes sociais, os colecionadores de dados e a internet das coisas, todas conectadas e disponíveis para o grande publico.
Será que seremos capazes, como consumidores, de acompanhar nossa tão esperada sobremesa ainda em sua plantação. Mais do que comprar uma maçã no grande varejista serei capaz de comprar a maça exata ( através de etiquetas RFID) do Sr. João de São José das rosquinhas, lá de longe? Poderei acompanhar todo o processos de cultivo, de irrigação, da qualidade do solo, se usa agrotóxico nas doses certas, etc..

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Será que ao comprar um frango no supermercado do futuro, e colocá-lo em nossa geladeira (que já rastreou os dados da etiqueta RFID presente em sua embalagem e enviou para nosso servidor doméstico concetado a banda larga e a televisão) poderemos assisitir sentadinhos em nossos sofás todo seu crescimento, o estado de cuidado do seu galinheiro através de cameras on line, tipo de ração que foi alimentado, quando foi abatido, por quem, etc?
A experiência de compra futura certamente passará longe da que conhecemos hoje e certamente o produto deixará de ser apenas um item de prateleira para tornar-se uma história completa. O consumidor passará a ser um expectador ativo desse processo.
Abraços
Léo

Infográfico da revista Época Negócios.

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VCS AINDA DUVIDAM?

Existem pessoas que ainda duvidam do potencial do design para mudanças muito relevantes tanto no mercado quanto na sociedade.
Imagine quanto tempo os catadores de latinha economizariam com a adoção dessa solução? Não apenas porque ficaria mais facil para eles amassarem, mas porque nós, consumidores, adorariamos amassar. Agora imagine o impacto que isso traria para suas vidas. talvez pudessem recolher 30% ou 50% mais latinhas por dia para incrementar o orçamento?
Simplesmente sensacional!!!!

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Abraços
Léo

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Empire States

Se fosse a torre de Pisa seria mais adequado, mas não deixa de ser uma ótima sacada.

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BUTECO DIGITAL

Suas partidas de sinuca, jamais serão as mesmas, depois dessa solução. Uma empresa de tecnologia em video desenvolveu um produto especial para mesas de sinuca. Ele projeta qualquer imagem, que pode interagir com as bolas e o taco. O céu é o limite para essa invenção e certamente será um sucesso. Um conceito parecido com a realidade aumentada, porem aplicada sem filtros diretamente no mundo fisico. Está ai a realidade digital.
Vejam o video.

Abraços
Léo

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UM FLYER DE VERDADE!

Eis um Flyer verdadeiramente original! Uma empresa decidiu soltar moscas durante uma feira com menssagens amarradas em seu corpo. A sensação é estranha, mas sem duvida é uma surpresa e tanto.

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abraços
Léo

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o fim das coisas na revolução tecnológica….

Em complemento ao post anterior, esse é o fim do velho e querido cuco!!!!
Apresento-lhes o cuco hardcore!!!!
A crise ambiental não perdou nem nosso amigo da extinção.

magicrealism 152 a. - magicrealism 152 a.
Abraços
Léo

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